terça-feira, 28 de abril de 2015

Neurociência Aplicada à Educação (Ana Lúcia Hennemann)

Maravilhoso dia!
    Faz tempo que deixei de postar aqui neste blog. A correria diária é tanta, as tarefas inúmeras... Enfim, hoje, dia 28 de abril de 2015, dia da Educação, consegui um tempinho e cá estou eu escrevendo aos leitores. Gostaria de postar semanalmente, ou, pelo menos, quando tivesse algo bem interessante para escrever, e para ser lido depois.
Hoje à noite tivemos uma palestra, conversa, com Ana Lúcia Hennemann (analuciah@sinos.net), que nos falou, aos professores da Escola M. E. F Prof. Arno Nienow, de Dois Irmãos, sobre Neurociência aplicada à educação. Iniciou sua fala sobre a fisiologia do cérebro e suas implicações na aprendizagem. Dentre as incontáveis ideias, escreverei aqui algumas.
No século XXI (em que estamos) há mais estímulos e maior o índice de escolarização. Apenas nas últimas 70 gerações há comunicação, e nas últimas 6 há contato com a letra impressa.
Existe o cérebro primitivo (primeira parte a ser formada quando o bebê é gerado), cérebro intermediário e cérebro racional (completo, como temos atualmente). Cada parte do cérebro é responsável por certas atitudes das pessoas.
Quando nascemos, o nosso cérebro não está completo, ele vai se completando a partir das “janelas de oportunidades”. Com 7 anos de idade, aproximadamente, o cérebro está mais receptivo para novos aprendizados, a partir disso, as janelas de oportunidades vão diminuindo.
Na maturidade usamos a parte mais frontal do cérebro.
“Só aprendemos o que amamos"  . Rubem Alves (Era uma frase mais comprida, mas eu não consegui acompanhá-la, e não a encontrei.)
Mas o que seria aprender? Aprender é adquirir novos conhecimentos. Aprendemos para viver. O cérebro existe para se comunicar, não para ir à escola.
Desempenho escolar é diferente de aprendizagem.
Para aprender é necessário entrar em contato com o assunto, reler, contar, recontar para alguém, ver um documentário sobre o mesmo e dormir. SIM! DORMIR! É dormindo que o cérebro trabalha para fazer valer o aprendizado.
Não se aprende em apenas uma aula.
Só se CONSTRÓI o conhecimento se há conhecimentos prévios.
É preciso resgatar o conteúdo, das aulas, de diferentes formas. Quanto maior o estímulo, maior a consolidação da aprendizagem.
A inteligência consiste em adaptar-se ao ambiente, superar obstáculos.
Para finalizar, Ana Lúcia mostrou um mapa conceitual de Neurociência e os 4 Pilares da Educação, parecido com este:

E ainda nos mostrou o vídeo



Sem estar bem comigo mesmo, como ajudar o outro?

Tenham tod@s excelentes reflexões.