BEm, estou em "férias" e preciso fazer uma limpeza em algumas coisas, como anotações. Por isso postarei aqui algumas frases que escrevi em papéis, para que não se percam.
Beijos a tod@s!
"A leitura é uma aventura íntima. Ninguém pode saber, exatamente, como alguém leu um livro. Essa aliança secreta entre o leitor e o seu livro é uma garantia inegociável de liberdade". (José Castello)
Sou uma pessoa "normal". Valorizo os pequenos momentos e as coisas simples, como o Sol da manhã e do entardecer do outono, um livro, um filme numa boa companhia (mesmo que esta companhia seja uma taça de Cabernet e chocolates). Sinto-me feliz a cada dia!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Nova ortografia
Fiz um curso a distância. Era para ter uma prova dia 18, mas não teve e nem terá. Receberemos certificados. Como não gosto de me formar sem me informar, estou lendo (somente agora, pois estou entrando em recesso) os módulos par me inteirar ainda mais dos assuntos.
Muitas dúvidas surgem no momento do uso da escrita, principalemnte, da nossa amada língua portuguesa. Além das regras estipuladas, como toda regra que existe na nossa língua, há exceções e itens facultativos. Aqui postarei algumas coisas que me deixaram intrigadas. Algumas frases do texto a segurio foram escritas e enviadas pelo professor mestre (doutorando?) Ernani Mügge.
Simplificando o que mudou na acentuação com o Novo Acordo:
- O trema só é usado em nomes estrangeiros e seus derivados;
- “Some” o acento dos ditongos éi e ói das palavras paroxítonas, mas não das oxítonas, quando a pronúncia é aberta;
- “Some” o acento no i e no u “fortes” depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas;
- “Some” o acento circunflexo na primeira vogal de êe(m) e ôo(s);
- “Some” o acento diferencial, com exceção de pôr (verbo) e pôde (pretérito);
- “Some” o acento agudo no u “forte” nos grupos gue, gui, que e qui (averigue).
São oxítonas, então ainda são acentuadas: herói, papéis, pincéis, chapéu.
Hifen, hífen. Quantas dúvidas? Iner-relações. Continuo pós-graduada (com hífen!)
Emprega-se hífen em palavras prefixadas:
1) Sempre que o segundo elemento começar por h.
Ex.: sobre-humano, anti-higiênico, sub-humano, super-homem
Obs.: a palavra sub-humano adquiriu nova grafia: subumano
2) Quando o primeiro elemento termina na mesma vogal com que se inicia o segundo.
Ex.: contra-atacar, micro-ônibus, anti-inflamatório
Obs.: O prefixo "co" aglutina-se com a segunda palavra, e não aceita o hífen, mesmo diante de palavra que comece com a mesma vogal, ou seja, o “o”.
Ex.: cooptar, coobrigação.
3) Quando o prefixo termina com a letra r e a segunda palavra inicia com a letra r, a palavra é grafada com hífen.
Ex.: inter-relacionado, super-resistente.
4) Os prefixos: ex, sem, além, recém, aquém, pró, pós, pré e vice requerem o hífen.
Ex.: sem-terra, ex-prefeito, pós-graduado.
5) Após o prefixo sub, quando o segundo elemento iniciar com a consoante r.
Ex.: sub-região, sub-raça.
6) Emprega-se o hífen após os prefixos pan e circun quando a palavra que segue inicia com m, n e vogal
Ex.: pan-americano
Não se emprega hífen:1) Quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento iniciar com r ou s, estas letras devem ser dobradas e não se emprega o hífen.
Ex.: contrarregra, minissaia
2) Quando o prefixo terminar em vogal diferente da que inicia a palavra seguinte, o hífen não é empregado.
Ex.: agroindústria, plurianual
3) Quando o prefixo terminar com r e o segundo elemento iniciar com outra consoante.
Ex.: supermercado, intermunicipal.
4) Quando o prefixo termina em consoante e o elemento seguinte iniciar com vogal:
Ex.: interestadual, hiperacidez.
5) Quando certas palavras das quais se perdeu a noção de composição (o que , afinal, bem a ser isso? Entendi, mas não compreendi. Nem o pessoal da Editora Moderna soube responder. Vamos ver os exemplos!).
Ex.: paraquedista, paraquedas, mandachuva, etc.
Na dúvida, pesquisem, mas podem também entrar em contato comigo, esterei a postos com o guia ortográfico em mãos.
Beijos a tod@s.
Muitas dúvidas surgem no momento do uso da escrita, principalemnte, da nossa amada língua portuguesa. Além das regras estipuladas, como toda regra que existe na nossa língua, há exceções e itens facultativos. Aqui postarei algumas coisas que me deixaram intrigadas. Algumas frases do texto a segurio foram escritas e enviadas pelo professor mestre (doutorando?) Ernani Mügge.
Simplificando o que mudou na acentuação com o Novo Acordo:
- O trema só é usado em nomes estrangeiros e seus derivados;
- “Some” o acento dos ditongos éi e ói das palavras paroxítonas, mas não das oxítonas, quando a pronúncia é aberta;
- “Some” o acento no i e no u “fortes” depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas;
- “Some” o acento circunflexo na primeira vogal de êe(m) e ôo(s);
- “Some” o acento diferencial, com exceção de pôr (verbo) e pôde (pretérito);
- “Some” o acento agudo no u “forte” nos grupos gue, gui, que e qui (averigue).
São oxítonas, então ainda são acentuadas: herói, papéis, pincéis, chapéu.
Hifen, hífen. Quantas dúvidas? Iner-relações. Continuo pós-graduada (com hífen!)
Emprega-se hífen em palavras prefixadas:
1) Sempre que o segundo elemento começar por h.
Ex.: sobre-humano, anti-higiênico, sub-humano, super-homem
Obs.: a palavra sub-humano adquiriu nova grafia: subumano
2) Quando o primeiro elemento termina na mesma vogal com que se inicia o segundo.
Ex.: contra-atacar, micro-ônibus, anti-inflamatório
Obs.: O prefixo "co" aglutina-se com a segunda palavra, e não aceita o hífen, mesmo diante de palavra que comece com a mesma vogal, ou seja, o “o”.
Ex.: cooptar, coobrigação.
3) Quando o prefixo termina com a letra r e a segunda palavra inicia com a letra r, a palavra é grafada com hífen.
Ex.: inter-relacionado, super-resistente.
4) Os prefixos: ex, sem, além, recém, aquém, pró, pós, pré e vice requerem o hífen.
Ex.: sem-terra, ex-prefeito, pós-graduado.
5) Após o prefixo sub, quando o segundo elemento iniciar com a consoante r.
Ex.: sub-região, sub-raça.
6) Emprega-se o hífen após os prefixos pan e circun quando a palavra que segue inicia com m, n e vogal
Ex.: pan-americano
Não se emprega hífen:1) Quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento iniciar com r ou s, estas letras devem ser dobradas e não se emprega o hífen.
Ex.: contrarregra, minissaia
2) Quando o prefixo terminar em vogal diferente da que inicia a palavra seguinte, o hífen não é empregado.
Ex.: agroindústria, plurianual
3) Quando o prefixo terminar com r e o segundo elemento iniciar com outra consoante.
Ex.: supermercado, intermunicipal.
4) Quando o prefixo termina em consoante e o elemento seguinte iniciar com vogal:
Ex.: interestadual, hiperacidez.
5) Quando certas palavras das quais se perdeu a noção de composição (o que , afinal, bem a ser isso? Entendi, mas não compreendi. Nem o pessoal da Editora Moderna soube responder. Vamos ver os exemplos!).
Ex.: paraquedista, paraquedas, mandachuva, etc.
Na dúvida, pesquisem, mas podem também entrar em contato comigo, esterei a postos com o guia ortográfico em mãos.
Beijos a tod@s.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Palestra dia 11 de julho, com Martin Norberto Dreher e Sergio Shneider
É sábado de manhã. Vontade deficar em casa dormindo... NÃO! Mesmo que não fosse a esta palestra, iria abrir a Escola Viva, que amo demais!
Um homem com vos de locutor de rádio, esse Martin. Dinâmico, com boa didática, não nos fez dormir, ao contrário, ficamos atentas ao que nos dizia sobre a imigração alemã no Vale dos Sinos. Muitas novidades. Nova maneira de contar velhas histórias. Mitos? REALIDADE!
Em 1825 os Baum vieram. Em 1825 o Rio Grande do Sul era composto por 60000 habitantes. Poucos, né? População de Dois Irmãos.Na Alemanha, nesse mesmo período, ocorriam as Guerras Napoleônicas, a industrialização, as transformações na estrutura agrária, crise do artesanato. O que fazer com tanta crise e guerra? Exportar as pessoas para que sejam felizes.
Sessenta por cento das pessoas que vieram pra nossa região eram artesãos, profissionais, dentre esses, muitos sapateiros, por isso até hoje temos indústrias de calçados! Quarenta por cento eram agricultores.
Em 1808 a Corte Portuguesa veio ao Brasil e aqui achou gente muito escura, então quiseram "branquear" a população. (Essa parte da história eu detesto! Tnho até vergonhad e ser branca nessas horas, mas não posso carregar a culpa dos meus antepassados.)Os primeiros imigrantes alemães desembarcaram na Bahia, em 1818. Nesse período a Alemanha ainda nem era reconhecida como país, só em 1871 é que foi reconhecida. É importante ressaltar que na Alemanha Também haviam escravos, que eram vendidoscom a terra quando era vendia.
Alguns (ou seria a maioria?)dos alemães que vieram para cá eram prisioneiros, criminosos, visto que na Alemanha já não haviam mais empregos para tanta gente. O Brasil foi um escape.
OS navios que vinham para cá tinham até 30 metros de comprimento e erma divididos em três classes. Na primeira vinham as pessoas com dinheiro; na segunda, homens; na terceira, mulheres e crianças. Essas ficavam abaixo do nível de água. As viagens duravam cerca de um ano.
Aqui as famílias eram espalhadas pelas terras.Tinham de cultivá-las para tirar o seu sustento. A agricultura era primeiramente de subsistência, com a unidade produtiva baseada na família. OS imigrantes comiam basicamente farinha de mandioca com cachaça.
Sergio Shneider nos falou sobre "O Lugar da Escola no modo de vida colonial"
Fase 1
1824 - 1880
- Ausência da escola como espaço público - relativoisolamento.
1870 - 1872
- Revolta dos Mucker
- Tentativa do Império de reduzir o isolamento
- Principal preocupação é com o processo de ocupação fundiária
Fase 2
1888 - 1945
- Igreja assume o papel da escola via "evangelização"
- Seminários e teologia como formadora da elite
- Integração das colônias À economia nacional - produção de excedentes e melhoria dos transportes
Fase 3
1950 - 1985/90
- Escola como espaço de disciplina social
- Escola como espaço de socialização para o trabalho no calçado
- Transição do modo de vida colonial - solidariedade mecânica/ consciência cletiva/ espírito de comunidade - para a divisão social do trabalho industrial - solidariedade orgânica/ individualisamo.
Em 1959 ocorre a emancipação de Dois Irmãos.
HOje comemoramos os 50 anos de emancipação do município. Aqui ocorrem muitas festividades, principalmente em setembro, quando temos o Kerb de São Miguel, nosso padroeiro.
Beijos no coração de tod@s. Até a p´roxima!
Um homem com vos de locutor de rádio, esse Martin. Dinâmico, com boa didática, não nos fez dormir, ao contrário, ficamos atentas ao que nos dizia sobre a imigração alemã no Vale dos Sinos. Muitas novidades. Nova maneira de contar velhas histórias. Mitos? REALIDADE!
Em 1825 os Baum vieram. Em 1825 o Rio Grande do Sul era composto por 60000 habitantes. Poucos, né? População de Dois Irmãos.Na Alemanha, nesse mesmo período, ocorriam as Guerras Napoleônicas, a industrialização, as transformações na estrutura agrária, crise do artesanato. O que fazer com tanta crise e guerra? Exportar as pessoas para que sejam felizes.
Sessenta por cento das pessoas que vieram pra nossa região eram artesãos, profissionais, dentre esses, muitos sapateiros, por isso até hoje temos indústrias de calçados! Quarenta por cento eram agricultores.
Em 1808 a Corte Portuguesa veio ao Brasil e aqui achou gente muito escura, então quiseram "branquear" a população. (Essa parte da história eu detesto! Tnho até vergonhad e ser branca nessas horas, mas não posso carregar a culpa dos meus antepassados.)Os primeiros imigrantes alemães desembarcaram na Bahia, em 1818. Nesse período a Alemanha ainda nem era reconhecida como país, só em 1871 é que foi reconhecida. É importante ressaltar que na Alemanha Também haviam escravos, que eram vendidoscom a terra quando era vendia.
Alguns (ou seria a maioria?)dos alemães que vieram para cá eram prisioneiros, criminosos, visto que na Alemanha já não haviam mais empregos para tanta gente. O Brasil foi um escape.
OS navios que vinham para cá tinham até 30 metros de comprimento e erma divididos em três classes. Na primeira vinham as pessoas com dinheiro; na segunda, homens; na terceira, mulheres e crianças. Essas ficavam abaixo do nível de água. As viagens duravam cerca de um ano.
Aqui as famílias eram espalhadas pelas terras.Tinham de cultivá-las para tirar o seu sustento. A agricultura era primeiramente de subsistência, com a unidade produtiva baseada na família. OS imigrantes comiam basicamente farinha de mandioca com cachaça.
Sergio Shneider nos falou sobre "O Lugar da Escola no modo de vida colonial"
Fase 1
1824 - 1880
- Ausência da escola como espaço público - relativoisolamento.
1870 - 1872
- Revolta dos Mucker
- Tentativa do Império de reduzir o isolamento
- Principal preocupação é com o processo de ocupação fundiária
Fase 2
1888 - 1945
- Igreja assume o papel da escola via "evangelização"
- Seminários e teologia como formadora da elite
- Integração das colônias À economia nacional - produção de excedentes e melhoria dos transportes
Fase 3
1950 - 1985/90
- Escola como espaço de disciplina social
- Escola como espaço de socialização para o trabalho no calçado
- Transição do modo de vida colonial - solidariedade mecânica/ consciência cletiva/ espírito de comunidade - para a divisão social do trabalho industrial - solidariedade orgânica/ individualisamo.
Em 1959 ocorre a emancipação de Dois Irmãos.
HOje comemoramos os 50 anos de emancipação do município. Aqui ocorrem muitas festividades, principalmente em setembro, quando temos o Kerb de São Miguel, nosso padroeiro.
Beijos no coração de tod@s. Até a p´roxima!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Uma história lembra outra e me faz inventar outra...
Hoje eu apresntei um trabalho na Unisinos. Falei, falei, e me senti muito segura falando. Assim que der eu posto as fotos do evento e o pawer point que fiz. Foi uma comunicaçãooral. Gostei muito. Já está tarde. Beijos no coração de tod@s.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Palestra com Asta Teresinha Altreider
Sábado, dia 04 de junho de 2009 seria um dia comum: acordar cedo, abrir a escola, fazer reunião com os monitores, escrever ata, conversar, dialogar, trocar ideias, tomar chimarrão...
No entanto, a programação foi outra: Palestra no auditório da empresa Herval, com Asta Altreider.
Das ideias apresentadas por ela, cito algumas, das quais fiz minha leitura.
Sobre os pais: (excetuando-se os comprometidos, que hoje fazem a diferença na sociedade)*Não querem que os filhos enfrentem problemas; *Não privam, não frustram, dizem "não" com culpa, muita culpa!
Segundo Asta, a Frustração é uma qualidade a ser trabalhada nas crianças. Os pais têm medo de ser caretas, mas todo pai é careta, e assim deve ser. Pais e filhos pertencem a "gerações" diferentes, então são diferentes. Deste modo, os que temem ser caretas acabam falando muito, agindo pouco (ameaças não cumpridas), não têm autoridade, são prepotentes. Os adultos, no trato com crianças, precisam falar apenas uma vez, duas, na terceira: Faz fazer!
Do trabalho do professor, quem sabe é o professor! (Vontade de aplaudir de pé!)
Os filhos (as crianças, os alunos) querem ser atendidos... e já! Parece que não ouvem (experimente cochichar algo que eles não devam ouvir.), são agitados, impulsivos, exigentes (características dos tempos modernos).
Andar de bicicleta é o melhor remédio neurológico de atenção que existe. Favorece o amadurecimento dos hemisférios cerebrais. A escola pode oferecer mais atividades físicas para os anos iniciais. Crianças com formação inadequada não presta atenção na Escola.
Os alunos devem, sempre, realizar as tarefas com dedicação e capricho, muito capricho. Nós, professoras, devemos priorizar os alunos interessados, para que eles sirvam como modelo. O maior estímulo é o professor.
Aos pais: logo, retomar a hierarquia, a autoridade, valorizar o silêncio, o "estar junto", fazer combinações eficientes.
Aos alunos: aprender a escutar, esforçar-se, saber esperar, ter rotina, cumprir tarefas, ter capricho. Ter tarefas. Tarefas organizam o pensamento.
Aos professores: encontrar uma maneira de tornar o início da aula marcante (eu faço oração espontânea).
Rotina é a coisa mais libertadora que existe. Tempo livre tem que ser tempo livre.
Asta ainda nos falou dos livros: “Carão com carinho” de Luiz Schettini Filho, e “Transtornos de Aprendizagem” de Newra Rotta, dos quais extraiu as ideias a seguir.
Sobre a dependência infantil, desde o nascimento. É de criança que se aprende as regras, não na adolescência. Desde cedo as crianças devem saber o que pode e o que não pode.
O quarto dos pais não é seção de cinema, é o quarto dos pais, “sagrado”. Criança deve ter seu próprio quarto.
Esquematizando...
Fases do desenvolvimento:
Nascimento → Estruturação do EU
*Aprendizagem sensório-motora
*Integração do significado de comunicação
*Independência física
*Estruturação dos limites (pode X não pode)
Egoísmo
“Eu” → descoberta de regras
*Aquisição da fala
Heteronomia – 5 aos 7 anos
• Aquisição das regras
• Estruturação de sequências
• Conservação do pensamento
• Aquisição dos significados das palavras
7 aos 9 anos
* Apropriação dos símbolos
* Introdução no mundo “dos Grandes”
* Autoestima atrelada ao sucesso escolar
Latência – 9 aos 11 anos
• Sedimentação das regras básicas
• Dedo-duro
• Apropriação do significado oculto
• Reversão do pensamento
Síndrome dos 6º 7º anos (11, 12, 13 anos)
• Que sujeito vou ser? Caldeirão
• Questionamento das regras
• Corpo em crescimento
• Significado intrínseco das palavras
• Automatização das operações
• Raciocínio dedutivo e indutivo
13 aos 15 anos
* Conflitos comportamentais
* Oscilação de humor
* Tentar esconder as transgressões
* Trabalhos em grupos caóticos
* Auge das “panelas”
* Capacidade de abstração
* “Do meu jeito”
Adolescência
* Conflitos existenciais: Afetivos, profissionais, econômicos
* Intolerância ao erro do educador
* Impaciência, impulsividade, onipotência, odeiam sermão, fascinados por modas de última geração.
Na adolescência não se faz sermão, apenas: Isso pode, isso não pode.
Mostrar autoridade como modelo.
Alunos com transtorno de conduta devem ser encaminhados ao psiquiatra.
(Essa parte que gostei: ) Se a família vai levar, é outra história.
Isso eu sempre venho me dizendo: Nós, educadoras, professoras, temos de ter coragem de encaminhar os alunos aos profissionais adequados. Somos PROFESSORAS, Não psicólogas, dentistas, palhaças, psiquiatras, terapeutas, médicas, enfermeiras, etc... embora tenhamos um pouco de cada conhecimento.
Beijos no coração de tod@s.
No entanto, a programação foi outra: Palestra no auditório da empresa Herval, com Asta Altreider.
Das ideias apresentadas por ela, cito algumas, das quais fiz minha leitura.
Sobre os pais: (excetuando-se os comprometidos, que hoje fazem a diferença na sociedade)*Não querem que os filhos enfrentem problemas; *Não privam, não frustram, dizem "não" com culpa, muita culpa!
Segundo Asta, a Frustração é uma qualidade a ser trabalhada nas crianças. Os pais têm medo de ser caretas, mas todo pai é careta, e assim deve ser. Pais e filhos pertencem a "gerações" diferentes, então são diferentes. Deste modo, os que temem ser caretas acabam falando muito, agindo pouco (ameaças não cumpridas), não têm autoridade, são prepotentes. Os adultos, no trato com crianças, precisam falar apenas uma vez, duas, na terceira: Faz fazer!
Do trabalho do professor, quem sabe é o professor! (Vontade de aplaudir de pé!)
Os filhos (as crianças, os alunos) querem ser atendidos... e já! Parece que não ouvem (experimente cochichar algo que eles não devam ouvir.), são agitados, impulsivos, exigentes (características dos tempos modernos).
Andar de bicicleta é o melhor remédio neurológico de atenção que existe. Favorece o amadurecimento dos hemisférios cerebrais. A escola pode oferecer mais atividades físicas para os anos iniciais. Crianças com formação inadequada não presta atenção na Escola.
Os alunos devem, sempre, realizar as tarefas com dedicação e capricho, muito capricho. Nós, professoras, devemos priorizar os alunos interessados, para que eles sirvam como modelo. O maior estímulo é o professor.
Aos pais: logo, retomar a hierarquia, a autoridade, valorizar o silêncio, o "estar junto", fazer combinações eficientes.
Aos alunos: aprender a escutar, esforçar-se, saber esperar, ter rotina, cumprir tarefas, ter capricho. Ter tarefas. Tarefas organizam o pensamento.
Aos professores: encontrar uma maneira de tornar o início da aula marcante (eu faço oração espontânea).
Rotina é a coisa mais libertadora que existe. Tempo livre tem que ser tempo livre.
Asta ainda nos falou dos livros: “Carão com carinho” de Luiz Schettini Filho, e “Transtornos de Aprendizagem” de Newra Rotta, dos quais extraiu as ideias a seguir.
Sobre a dependência infantil, desde o nascimento. É de criança que se aprende as regras, não na adolescência. Desde cedo as crianças devem saber o que pode e o que não pode.
O quarto dos pais não é seção de cinema, é o quarto dos pais, “sagrado”. Criança deve ter seu próprio quarto.
Esquematizando...
Fases do desenvolvimento:
Nascimento → Estruturação do EU
*Aprendizagem sensório-motora
*Integração do significado de comunicação
*Independência física
*Estruturação dos limites (pode X não pode)
Egoísmo
“Eu” → descoberta de regras
*Aquisição da fala
Heteronomia – 5 aos 7 anos
• Aquisição das regras
• Estruturação de sequências
• Conservação do pensamento
• Aquisição dos significados das palavras
7 aos 9 anos
* Apropriação dos símbolos
* Introdução no mundo “dos Grandes”
* Autoestima atrelada ao sucesso escolar
Latência – 9 aos 11 anos
• Sedimentação das regras básicas
• Dedo-duro
• Apropriação do significado oculto
• Reversão do pensamento
Síndrome dos 6º 7º anos (11, 12, 13 anos)
• Que sujeito vou ser? Caldeirão
• Questionamento das regras
• Corpo em crescimento
• Significado intrínseco das palavras
• Automatização das operações
• Raciocínio dedutivo e indutivo
13 aos 15 anos
* Conflitos comportamentais
* Oscilação de humor
* Tentar esconder as transgressões
* Trabalhos em grupos caóticos
* Auge das “panelas”
* Capacidade de abstração
* “Do meu jeito”
Adolescência
* Conflitos existenciais: Afetivos, profissionais, econômicos
* Intolerância ao erro do educador
* Impaciência, impulsividade, onipotência, odeiam sermão, fascinados por modas de última geração.
Na adolescência não se faz sermão, apenas: Isso pode, isso não pode.
Mostrar autoridade como modelo.
Alunos com transtorno de conduta devem ser encaminhados ao psiquiatra.
(Essa parte que gostei: ) Se a família vai levar, é outra história.
Isso eu sempre venho me dizendo: Nós, educadoras, professoras, temos de ter coragem de encaminhar os alunos aos profissionais adequados. Somos PROFESSORAS, Não psicólogas, dentistas, palhaças, psiquiatras, terapeutas, médicas, enfermeiras, etc... embora tenhamos um pouco de cada conhecimento.
Beijos no coração de tod@s.
Assinar:
Postagens (Atom)