Os alunos da turma 32 da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Paulo Arand, de Dois Irmãos, Fizeram lindas apresentações. Tendo em vista que eles estão no terceiro ano, antiga segunda série, acredito que tenham apresentado uma boa desenvoltura frente aos colegas e uma filmadora. O figurino, cenário e outros objetos presentes, bem como o texto, são dos alunos, criados e desenvolvidos por eles. A proposta foi criari um texto sobre o Saci, a partir das caracterísitcas da personagem estudadas em aula.
http://www.youtube.com/watch?v=TkiUgpkn3Y8
http://www.youtube.com/watch?v=TkiUgpkn3Y8
http://www.youtube.com/watch?v=QrJ-0Pdqw6s
http://www.youtube.com/watch?v=u5E0r6Pjr-4
http://www.youtube.com/watch?v=osNpq2Q4_aY
http://www.youtube.com/watch?v=C5WUcxCXuLw
Sou uma pessoa "normal". Valorizo os pequenos momentos e as coisas simples, como o Sol da manhã e do entardecer do outono, um livro, um filme numa boa companhia (mesmo que esta companhia seja uma taça de Cabernet e chocolates). Sinto-me feliz a cada dia!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Diálogo com Manfredo Carlos Wachs, professor do ISEI, 13 de março de 2010
Sábado pela manhã. Vontade de dormir, mas há uma convocação para comparecer à escola. Ver aqueles colegas que passaram no concurso e estão lá, não podem ser tirados... ai, que cansaço!
Diálogo, palestra com Manfredo Carlos Wachs, professor do Instituto Superior de Ensino de Ivoti (ISEI). Inicialmente divagamos sobre uma imagem projetada com o auxílio do Data Show.
Depois disso ele falou algumas frases, também a partir do que falávamos anteriormente.
“Ser professor: identidade e saberes = autoridade.
O intervalo é o momento do desabafo, do alívio, do descanso.
Buscamos onde tem algo para dar.
Há um tempo necessário para “outonar” e o período de “primaverar”.
Coragem de luto => algo morreu e tem que ser enterrado. => Perder as cascas velhas do plátanos (árvores da BR 116, em Dois Irmãos)
As raízes profundas aguentam os tornados. O milheiro precisa do vento para fortalecer a espiga.
Ser professor, fazer a diferença, é traçar caminhos ainda não traçados.
Sem metas, qualquer caminho serve.
Se não sabemos para onde ir, nunca estaremos perdidos (ESSA EU ADOREI!)
Não basta SER professor, tem que QURER ser.
Quem me dá legitimidade é o aluno => vocação.
Mais que a presença do silêncio, o que vale é a ausência do barulho.
Escovar os dentes, alimentação, ver se tem piolhos, lavar as mãos, não são funções da Escola.
A Escola não gera dinheiro, mas gera qualidade para profissionais, empregados, formação para melhorar a produtividade, o lucro.
Nossa tarefa é re-humanizar a sociedade.
Como seres humanos, não somos perfeitos, estamos inacabados.
O que é pior: a violência ou a indiferença com o sofrimento das pessoas?
Nosso mundo está cada vez menos ético e cada vez mais consumista.
E por hoje é só! Comentem!
Beijos a tod@s.
Diálogo, palestra com Manfredo Carlos Wachs, professor do Instituto Superior de Ensino de Ivoti (ISEI). Inicialmente divagamos sobre uma imagem projetada com o auxílio do Data Show.
Depois disso ele falou algumas frases, também a partir do que falávamos anteriormente.
“Ser professor: identidade e saberes = autoridade.
O intervalo é o momento do desabafo, do alívio, do descanso.
Buscamos onde tem algo para dar.
Há um tempo necessário para “outonar” e o período de “primaverar”.
Coragem de luto => algo morreu e tem que ser enterrado. => Perder as cascas velhas do plátanos (árvores da BR 116, em Dois Irmãos)
As raízes profundas aguentam os tornados. O milheiro precisa do vento para fortalecer a espiga.
Ser professor, fazer a diferença, é traçar caminhos ainda não traçados.
Sem metas, qualquer caminho serve.
Se não sabemos para onde ir, nunca estaremos perdidos (ESSA EU ADOREI!)
Não basta SER professor, tem que QURER ser.
Quem me dá legitimidade é o aluno => vocação.
Mais que a presença do silêncio, o que vale é a ausência do barulho.
Escovar os dentes, alimentação, ver se tem piolhos, lavar as mãos, não são funções da Escola.
A Escola não gera dinheiro, mas gera qualidade para profissionais, empregados, formação para melhorar a produtividade, o lucro.
Nossa tarefa é re-humanizar a sociedade.
Como seres humanos, não somos perfeitos, estamos inacabados.
O que é pior: a violência ou a indiferença com o sofrimento das pessoas?
Nosso mundo está cada vez menos ético e cada vez mais consumista.
E por hoje é só! Comentem!
Beijos a tod@s.
Funcionários da Escola (turma 32 de 2010)
Este texto foi elaborado pelos alunos do 3º ano da turma 32 da Escola Municipal de Ensino Fundamental Profesor Paulo Arandt, de Dois Irmãos/RS. Os funcionários, cujos nomes foram citados no poema, trabalham diretamente com a turma. A Escola é grande, e citar todos os funcionários levaria muito tempo e desgastaria o gosto pela poesia.
Funcionários da Escola
(turma 32 – 2010)
O Diretor Ivo
comprou um livro
achou um adesivo
e está vivo.
A vice Janete
comeu chiclete
mas gostava mais
de omelete.
A pedagoga Elis
é muito feliz
com um pedaço de giz
depois comeu bis.
O Inácio
grita no palácio
brinca com o Cássio
fazendo um traço.
A Viviane
comeu salame
convidou a Ivane
pra fazer um panetone.
A “profe” Gizele
pintou a letra L
convidou a Quele
pra fazer limpeza de pele.
A professora Agnês
tem um pequinês
gosta de bebês
e come arroz chinês.
A professora Tânia
foi até a Alemanha
pra comer picanha
e acabou fazendo manha.
As merendeiras
limpam as torradeiras
arrastam as cadeiras
esvaziam as lixeiras.
Funcionários da Escola
(turma 32 – 2010)
O Diretor Ivo
comprou um livro
achou um adesivo
e está vivo.
A vice Janete
comeu chiclete
mas gostava mais
de omelete.
A pedagoga Elis
é muito feliz
com um pedaço de giz
depois comeu bis.
O Inácio
grita no palácio
brinca com o Cássio
fazendo um traço.
A Viviane
comeu salame
convidou a Ivane
pra fazer um panetone.
A “profe” Gizele
pintou a letra L
convidou a Quele
pra fazer limpeza de pele.
A professora Agnês
tem um pequinês
gosta de bebês
e come arroz chinês.
A professora Tânia
foi até a Alemanha
pra comer picanha
e acabou fazendo manha.
As merendeiras
limpam as torradeiras
arrastam as cadeiras
esvaziam as lixeiras.
Palestra com Vítor Henrique Paro, 17-02-2010
A palestra com Vítor Henrique Paro foi assistida dia 17 de fevereiro de 2010, na Antiga Igreja, No centro de em Dois Irmãos/RS. Na referida data estávamos reiniciando o trabalhod e um ano letivo. Todos os professores da rede foram convocados a comparecerem. Ouvi de muitos que a palestra estava chata, talvez por não haver, ou haver, muita novidade. (os dois casos descontentam). O que é cópia literal de sua fala estará entre aspas. O que não estiver, são palavras minhas, sobre as palavras dele.
Para realizar um planejamento de aula, temos de ter em vista os fins a que queremos chegar, ou seja, qual o real objetivo. A partir daí é que nos preocupamos com quais atividades vamos propor. Lembro-me bem do magistério, em que tínhamos de fazer uma lista de objetivos para depois pensar nas atividades a serem propostas. Como aquilo era chato. Mas graças àquilo conseguimos, hoje, propor boas aulas.
O palestrante acima referido trouxe-nos alguns questionamentos sobre o nosso fazer docência. “A que a escola se presta? O que é educação?” Estive pensando muito nisso, e sempre penso, afinal, trabalho para quê? E, a partir de conversas com outros profissionais da Educação, percebo que a escola se presta a ensinar para que o ser saiba conviver em grupo, primeiramente. Depois disso, sim, é que ensinamos os conteúdos, cultura. Isso ainda está um pouco confuso para mim, mas à medida que o tempo passa, convenço-me mais de que o principal compromisso nosso é educar para o convívio social, cultural. Quem sabe, quando eu estiver me aposentando, descubra o verdadeiro papel da escola, heheh
Vítor ainda ressaltou que a reprovação é a tábua de salvação da má educação. A reprovação é a negação da educação, da avaliação. Mas, afinal, se os alunos não puderem ser reprovados, estaremos reforçando a ideia de que a escola existe para ocupar um espaço de tempo na vida das crianças.
Não acredito que as aulas devam ser constantemente prazerosas, despertando sempre o interesse dos alunos. Acredito, ainda, que os alunos devam sentir-se motivados pelas aulas, sim, mas essa motivação também pode ser a aprovação no final de ano. Não vejo educação de outro modo, tendo a escola como é, com 25 alunos em cada turma. Escrevo sobre a realidade em que trabalho, pois sei de turmas de outras escola, também aqui em Dois Irmãos, com 30 alunos numa classe de alfabetização. Como motivar 30 crianças, se cada uma pensa de maneira diferente? Aí eu vejo como as palestras e leituras feitas são contraditórias: Tem de trabalhar a realidade de cada um, motivando a todos, mas as turmas são heterogêneas para enriquecer ainda mais o aprendizado. Há coisas impossíveis se serem conciliadas, impossíveis! A não ser que adoeçamos e abdiquemos da vida pessoal, família, cuidado. Mas assim não poderemos dar bons exemplos... aiaiai.
Em outro momento o palestrante disse que “educar é diferente de treinar. Tudo o que independe da ação humana é natural, necessário, real. O que é humano é criado pelo homem. O homem primeiro cria valores. A liberdade se constrói sendo sujeito. O sujeito tem vontade e aplica a sua energia para conseguir o que quer. O homem faz história por que se apropria da cultura das gerações anteriores. A apropriação da cultura é a educação. O homem faz história por que não precisa reinventar. Cada pessoa nasce totalmente ignorante, é mera natureza, ainda não é humano. Cada nova geração tem que se apropriar da cultura.
Quando alguém não sabe é porque alguém não ensinou.
TODOS nascem com potencialidades infinitas de aprender tudo. Para aprender, precisa ser ignorante.
O problema da educação não é a falta de aprendizado, é a falta de ensino.
O ser humano só aprende se for sujeito. Só aprende se quiser.
Eu propicio condições para que “fulano” se eduque. Não há ensino se não houver aprendizado.
O aluno que se culpa estuda para passar e terminar logo a escola, aí não há aprendizado.
O aluno neurótico diz que a escola pediu além do que ele podia fazer
Quando a escola pretende passar só conhecimento, nem isso consegue fazer.
A escola precisa se propor a passar cultura, não em passar conhecimento.
Do primeiro ano do Ensino Fundamental ao PhD o ensino, a educação é igual: é alguém ensinando para alguém.
Para passar cultura é preciso ser culto. Quando observamos a aula, encontramos mais defeitos, olhamos com maior criticidade."
Por isso, ao concluir algum curso, precisamos fazer estágio em outra escola, diferente daquela em que atuamos, pois nesta já estamos acostumados com a rotina.
"Em educação, a forma é o conteúdo. Precisamos dar e ser o exemplo.
Quando convencemos alguém, é a própria pessoa que se convenceu."
O e-mail de Vítor Henrique Paro é vhparo@usp.br
Gostando da palestra, falem com ele. Tem uns livros muito bons. (essa frase poderia ser omitida)
Beijos a tod@s.
Para realizar um planejamento de aula, temos de ter em vista os fins a que queremos chegar, ou seja, qual o real objetivo. A partir daí é que nos preocupamos com quais atividades vamos propor. Lembro-me bem do magistério, em que tínhamos de fazer uma lista de objetivos para depois pensar nas atividades a serem propostas. Como aquilo era chato. Mas graças àquilo conseguimos, hoje, propor boas aulas.
O palestrante acima referido trouxe-nos alguns questionamentos sobre o nosso fazer docência. “A que a escola se presta? O que é educação?” Estive pensando muito nisso, e sempre penso, afinal, trabalho para quê? E, a partir de conversas com outros profissionais da Educação, percebo que a escola se presta a ensinar para que o ser saiba conviver em grupo, primeiramente. Depois disso, sim, é que ensinamos os conteúdos, cultura. Isso ainda está um pouco confuso para mim, mas à medida que o tempo passa, convenço-me mais de que o principal compromisso nosso é educar para o convívio social, cultural. Quem sabe, quando eu estiver me aposentando, descubra o verdadeiro papel da escola, heheh
Vítor ainda ressaltou que a reprovação é a tábua de salvação da má educação. A reprovação é a negação da educação, da avaliação. Mas, afinal, se os alunos não puderem ser reprovados, estaremos reforçando a ideia de que a escola existe para ocupar um espaço de tempo na vida das crianças.
Não acredito que as aulas devam ser constantemente prazerosas, despertando sempre o interesse dos alunos. Acredito, ainda, que os alunos devam sentir-se motivados pelas aulas, sim, mas essa motivação também pode ser a aprovação no final de ano. Não vejo educação de outro modo, tendo a escola como é, com 25 alunos em cada turma. Escrevo sobre a realidade em que trabalho, pois sei de turmas de outras escola, também aqui em Dois Irmãos, com 30 alunos numa classe de alfabetização. Como motivar 30 crianças, se cada uma pensa de maneira diferente? Aí eu vejo como as palestras e leituras feitas são contraditórias: Tem de trabalhar a realidade de cada um, motivando a todos, mas as turmas são heterogêneas para enriquecer ainda mais o aprendizado. Há coisas impossíveis se serem conciliadas, impossíveis! A não ser que adoeçamos e abdiquemos da vida pessoal, família, cuidado. Mas assim não poderemos dar bons exemplos... aiaiai.
Em outro momento o palestrante disse que “educar é diferente de treinar. Tudo o que independe da ação humana é natural, necessário, real. O que é humano é criado pelo homem. O homem primeiro cria valores. A liberdade se constrói sendo sujeito. O sujeito tem vontade e aplica a sua energia para conseguir o que quer. O homem faz história por que se apropria da cultura das gerações anteriores. A apropriação da cultura é a educação. O homem faz história por que não precisa reinventar. Cada pessoa nasce totalmente ignorante, é mera natureza, ainda não é humano. Cada nova geração tem que se apropriar da cultura.
Quando alguém não sabe é porque alguém não ensinou.
TODOS nascem com potencialidades infinitas de aprender tudo. Para aprender, precisa ser ignorante.
O problema da educação não é a falta de aprendizado, é a falta de ensino.
O ser humano só aprende se for sujeito. Só aprende se quiser.
Eu propicio condições para que “fulano” se eduque. Não há ensino se não houver aprendizado.
O aluno que se culpa estuda para passar e terminar logo a escola, aí não há aprendizado.
O aluno neurótico diz que a escola pediu além do que ele podia fazer
Quando a escola pretende passar só conhecimento, nem isso consegue fazer.
A escola precisa se propor a passar cultura, não em passar conhecimento.
Do primeiro ano do Ensino Fundamental ao PhD o ensino, a educação é igual: é alguém ensinando para alguém.
Para passar cultura é preciso ser culto. Quando observamos a aula, encontramos mais defeitos, olhamos com maior criticidade."
Por isso, ao concluir algum curso, precisamos fazer estágio em outra escola, diferente daquela em que atuamos, pois nesta já estamos acostumados com a rotina.
"Em educação, a forma é o conteúdo. Precisamos dar e ser o exemplo.
Quando convencemos alguém, é a própria pessoa que se convenceu."
O e-mail de Vítor Henrique Paro é vhparo@usp.br
Gostando da palestra, falem com ele. Tem uns livros muito bons. (essa frase poderia ser omitida)
Beijos a tod@s.
Postagens
No ramo em que trabalho, magistério, constantemente estamos envolvidos em cursos, concursos, palestras...
A cada início de ano assistimos a palestras que nos guiam para um melhor trabalho docente. Às vezes essas palestras mais atrapalham que ajudam, ou é contra alguns princípios norteadores do Município para o qual eu trabalho.
Gostaria muito de postar nesse blog os temas tratados em tais palestras, para que não se percam, como já escrevi anteriormente. No entanto, as palestras terminam e logo já começa o trabalho!. Planejamentos tarefas a corrigir, problemas a resolver.
Então, hoje, Domingo, consegui um tempinho e vou postar algumas palestras que assisti neste ano. Uma delas foi dia 17 de fevereiro de 2010, quase há dois meses! Lá vai!
A cada início de ano assistimos a palestras que nos guiam para um melhor trabalho docente. Às vezes essas palestras mais atrapalham que ajudam, ou é contra alguns princípios norteadores do Município para o qual eu trabalho.
Gostaria muito de postar nesse blog os temas tratados em tais palestras, para que não se percam, como já escrevi anteriormente. No entanto, as palestras terminam e logo já começa o trabalho!. Planejamentos tarefas a corrigir, problemas a resolver.
Então, hoje, Domingo, consegui um tempinho e vou postar algumas palestras que assisti neste ano. Uma delas foi dia 17 de fevereiro de 2010, quase há dois meses! Lá vai!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Formatura, amizade
Recebi esse texto de uma aluna, em sua formatura do 9º ano, Ana Paula Giehl
Nós sempre estaremos juntas
São em momentos como esse que paramos para pensar em o que aconteceu em nossas vidas.
As pessoas que por ela passaram; as coisas que fizemos e tudo que aprendemos.
São nesses momentos que começamos a lembrar de grandes amizades, que sempre estiveram presentes conosco quando precisávamos e que nunca poderíamos esquecer.
Amizades que, por mais longe que estivessem, nunca se separaram; Amizades que o tempo nunca foi capaz de apagar; Amizades que, mesmo estando longe,estava perto;
Amizades que a idade não as tornavam mais velhas porém, mais novas e unidas;
Amizades que uma crítica era um sinônimo de preocupação; Amizades em que haviam discussões,mas sempre eram esquecidas por um abraço sincero e um pedido de desculpas;
Amizades onde a união sempre era algo fundamental no dia-a-dia; Amizades em que o simples fato de estar perto já era sinônimo de segurança; Amizades em que momentos tristes eram maneiras de comprovar que nunca íamos nos separar; Amizades em que,quando menos esperávamos uma palavra amiga, ela soava e sempre quando mais precisávamos; Amizades que sequer existiam mas, no momento de maior necessidade
de um ombro amigo, apareciam e sempre nos fortaleciam; Amizades em que um simples telefonema era algo que nos confortava e mantinha-nos seguros de que sempre teríamos
alguém por perto.
São essas amizades de que sempre lembramos e sempre estarão conosco em nosso coração, mantendo-nos aquecidos, fortalecidos e seguros de que nunca estaremos sós!
E é assim que eu guardo vocês...
MEUS AMIGOS...
E é assim que eu quero ser guardada...
Como alguém que estará longe,
mas sempre lembrará de vocês!
(Costa & Romero)
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