Sábado pela manhã. Vontade de dormir, mas há uma convocação para comparecer à escola. Ver aqueles colegas que passaram no concurso e estão lá, não podem ser tirados... ai, que cansaço!
Diálogo, palestra com Manfredo Carlos Wachs, professor do Instituto Superior de Ensino de Ivoti (ISEI). Inicialmente divagamos sobre uma imagem projetada com o auxílio do Data Show.
Depois disso ele falou algumas frases, também a partir do que falávamos anteriormente.
“Ser professor: identidade e saberes = autoridade.
O intervalo é o momento do desabafo, do alívio, do descanso.
Buscamos onde tem algo para dar.
Há um tempo necessário para “outonar” e o período de “primaverar”.
Coragem de luto => algo morreu e tem que ser enterrado. => Perder as cascas velhas do plátanos (árvores da BR 116, em Dois Irmãos)
As raízes profundas aguentam os tornados. O milheiro precisa do vento para fortalecer a espiga.
Ser professor, fazer a diferença, é traçar caminhos ainda não traçados.
Sem metas, qualquer caminho serve.
Se não sabemos para onde ir, nunca estaremos perdidos (ESSA EU ADOREI!)
Não basta SER professor, tem que QURER ser.
Quem me dá legitimidade é o aluno => vocação.
Mais que a presença do silêncio, o que vale é a ausência do barulho.
Escovar os dentes, alimentação, ver se tem piolhos, lavar as mãos, não são funções da Escola.
A Escola não gera dinheiro, mas gera qualidade para profissionais, empregados, formação para melhorar a produtividade, o lucro.
Nossa tarefa é re-humanizar a sociedade.
Como seres humanos, não somos perfeitos, estamos inacabados.
O que é pior: a violência ou a indiferença com o sofrimento das pessoas?
Nosso mundo está cada vez menos ético e cada vez mais consumista.
E por hoje é só! Comentem!
Beijos a tod@s.
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